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História social, antropologia dos ciganos

Esta página é dedicada a antropologia politica e social da etnia cigana em Portugal. A história esquece-se de nós, mas nós não nos esqueceremos da História.

História social, antropologia dos ciganos

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02.Set.20

Desordem dos Kikos com os Ezequiéis

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118231828_636412453919235_556913376721158444_n.jpgA desorde dos Kikos, com os Ezequiéis.
A mulher detetive, a mulher do Calisto, acusado inocentemente. Um Homem de respeito e grande negociante do ribatejo.
O Domingos do Kiko, o Calisto, o Moritango, o Doce, o Exequiel, o Ruína Estrelado, o Joaquim Badalo e o Lucio da Conceição (meu visavô). Que Deus os tenha na sua paz.
Uma morte numa taberna (Polichinelo) Golegã, dia 8 de Novembro de 1930.
Um caso de Honra e vergonha! O Ruína Estrelado deixou cair uma navalha, supostamente pra cortar pão. Todos foram convidados pelo Velho Domingos do Kiko que Deus tem.
Os Ezequieis não gostaram e acusam-no de a ter escondida na manga, para falsa-fé.
Começa uma desorde que dá em morte, infelizmente.
Calisto, o marido da Maria, inocente corre a saber a confusão. O ferido chegara já ao S. José, em Lisboa, morto.
Os Ezequieis acusam-no e dizem ser ele o assassino. Calisto, genro do velho Domingos, vai preso e é aí que começa a luta da sua mulher pela justiça da inocência do seu marido, o José Calisto.
O Domingos do Kiko fugiu primeiro para o Algarve, até que foi comprovada a inocência do seu genro. Fora ele que matara o Joaquim Ezequiel.
José Calisto é posto em liberdade, e morre mais tarde em 1936, em Abrantes. A causa foi um coice de cavalo.
O agente do caso fora o famoso AGENTE MIGUEIS!